O cantor, compositor e multi-instrumentista Humberto Gessinger retorna ao Espírito Santo no dia 11 de julho com a turnê “Acústicos Engenheiros do Hawaii – Tour Despedida”, em um show especial no Espaço Patrick Ribeiro, no Aeroporto de Vitória. A apresentação faz parte do projeto Aerorock e promete uma experiência nostálgica e intensa para os fãs. No palco, Gessinger revisita grandes sucessos da carreira à frente dos Engenheiros do Hawaii em formato acústico, com arranjos mais intimistas e novas leituras que marcaram gerações. O repertório inclui clássicos como “O Papa é Pop”, “Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones”, “Toda Forma de Poder” e “Piano Bar”. O show também dialoga com o momento atual do artista, que lançou recentemente o álbum “Revendo o Que Nunca Foi Visto”, celebrando seus 40 anos de trajetória na música. O trabalho reúne faixas inéditas e registros ao vivo da turnê acústica, reforçando a conexão entre passado e presente em sua carreira. O evento terá início a partir das 16h, com estrutura ampliada ocupando áreas interna e externa do espaço, com área kids. Além da atração principal, o público contará com apresentações de bandas locais: Ubando, 027 e Sheep & Parafina, fortalecendo a cena musical capixaba. A realização é da Booa Produções e BackStage Eventos, nomes já consolidados na produção de grandes shows no Estado. Mais sobre: “Revendo o Que Nunca Foi Visto” Humberto Gessinger lança “Revendo o “Que Nunca Foi Visto” em streaming, CD, LP e cassete. O cantor e compositor Humberto Gessinger lança seu quinto álbum solo “Revendo o que Nunca Foi Visto” no ano em que completa 40 anos de carreira. O álbum traz duas inéditas gravadas em estúdio, “Parai bah” e “SemPiada Nem Textão” e dez canções ao vivo gravadas em janeiro deste ano durante a passagem da turnê “Acústicos Engenheiros do Hawaii” por São Paulo. “Paraibah” é uma parceria com Chico César, que foi parte gravada no lendário Estúdio Atlantis, em Estocolmo com a participação do músico brasileiro radicado na Suécia Rubem Faria e teve a participação de Chico gravada em São Paulo. “Paraibah fala sobre a importância da arte e da imaginação para furar bolhas e aproximar pessoas”, conta Humberto. “Sem Piada Nem Textão” fala da busca de serenidade e simplicidade nos tempos nervosos em que vivemos. A música, que foi gravada em Porto Alegre, teve a participação dos músicos de uma das formações dos Engenheiros do Hawaii, Adal Fonseca (bateria), Luciano Granja (violão) e Lúcio Dorfman (teclados) .O nome “Revendo o que Nunca Foi Visto” faz uma alusão à letra de “O Papa é Pop”, que está no bloco das canções gravadas ao vivo. Estão ainda nos repertórios os sucessos “Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones”, “Piano Bar” e “Toda Forma de Poder” Com produção de Humberto Gessinger eco-produção de Potásio Jr. “Revendo o que Nunca FoiVisto” foi lançado no final de junho 2025emstreaming, CD, LP e cassete pela gravadora Deck SERVIÇO Evento: Aerorock – Humberto Gessinger | Tour Despedida Acústico Engenheiros do Hawaii + Ubando + 027 e Sheep & Parafina Data: 11 de julho Local: Espaço Patrick Ribeiro – Aeroporto de Vitória Classificação: Livre com * – menores de 16 anos precisam entrar acompanhado dos pais!– crianças até 04 anos de idade acompanhadas dos pais não pagam ingresso– crianças de 5 a 12 anos pagam meia entrada (a partir de 12 anos somente apresentando comprovação de estudante beneficiário de meia entrada) Horário: A partir das 16h Vendas: Zig.Tickets – online e na 247 Bebidas Vitória – sem taxa. Valores: Pista: a partir de R$ 80,00 (meia) Frontstage: ESGOTADO Camarote: ESGOTADOS Realização: Booa Produções e BackStage Eventos Informações: @booaproducoes
Sucesso nos palcos: “Três Mulheres Altas” chega a Vitória
Escrita por Edward Albee (1928-2016) no início da década de 90, ‘Três Mulheres Altas’ logo se tornou um clássico da dramaturgia contemporânea. Perversamente engraçada – como é a marca do autor – A peça recebeu o Prêmio Pulitzer e ganhou bem-sucedidas montagens pelo mundo, ao trazer o embate de três mulheres em diferentes fases da vida: juventude, maturidade e velhice. Após passar por dezenove cidades e ter mais de 90 mil espectadores na plateia, a peça chega a Vitória/ES para duas únicas apresentações, nos dias 27 e 28 de junho, no Teatro Universitário. Dirigida por Fernando Philbert, o espetáculo que traz no elenco Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre, tem tradução de Gustavo Pinheiro e produção da Arte Estúdio Entretenimento de Bruna Dornellas e Wesley Telles. O espetáculo é apresentado pela Bradesco Seguros, através da Lei Rouanet. Em seu quinto ano consecutivo em cartaz, o espetáculo segue colecionando plateias lotadas e reconhecimento por onde passa. Nesse percurso a montagem recebeu indicações a grandes prêmios, como: Cesgranrio, Bibi Ferreira e Cenym. Em cena, as atrizes interpretam três mulheres, batizadas pelo autor apenas pelas letras A, B e C. A mais velha (Ana Rosa), que já passou dos 90, está doente e embaralha memórias e acontecimentos, enquanto repassa a sua vida para a personagem B (Helena Ranaldi), apresentada como uma espécie de cuidadora ou dama de companhia. A mais jovem, C (Fernanda Nobre), é uma advogada responsável por administrar os bens e recursos da idosa, que não consegue mais lidar com as questões financeiras e burocráticas. Entre os muitos embates travados pelas três, a grande protagonista do espetáculo é a passagem do tempo e também a forma com que lidamos com o envelhecimento. ‘O texto do Albee nos faz refletir sobre ‘qual é a melhor fase da vida?’, além de questões sobre o olhar da juventude para a velhice, sobre a pessoa de 50 anos que também já acha que sabe tudo e, fundamentalmente, sobre o que nós fazemos com o tempo que nos resta. Apesar dos temas profundos, a peça é uma comédia em que rimos de nós mesmos’, analisa o diretor Fernando Philbert. A última e até então única encenação do texto no Brasil foi logo após a estreia em Nova York, em 1994. Philbert e as atrizes da atual montagem acreditam que a nova versão traz uma visão atualizada com todas as mudanças comportamentais e políticas que aconteceram no mundo de lá para cá, especialmente nas questões femininas, presentes durante os dois atos da peça. Sexo, casamento, desejo, pressões e machismo são temas que aparecem nos diálogos e comprovam a extrema atualidade do texto de Albee. Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas. Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderela”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Concerto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”. Informações: www.bradescoseguros.com.br/circuito_cultural A trajetória de um clássico instantâneo Escrita em 1991 e lançada em 1994, ‘Três Mulheres Altas’ representou uma virada na trajetória de Edward Albee, que recebeu as suas melhores críticas e viu renascer o interesse por sua obra. Aos 60 anos, ele ganhou o terceiro Prêmio Pulitzer, além de dois Tony Awards e uma série de outros troféus em premiações mundo afora. A peça tem características autobiográficas e foi escrita pouquíssimo tempo depois da morte da mãe adotiva do autor, que teria inspirado a personagem mais velha. Após abandoná-la aos 18 anos, Albee voltou a ter contato com a mãe em seus últimos dias, quando já estava doente de Alzheimer. No entanto, alguns especialistas em sua obra defendem que a peça não pode ser reduzida a este fato. ‘Três Mulheres Altas’ vai além de ser um retrato de sua mãe. O texto traz o olhar mordaz e perverso – por que não dizer cômico – de Albee para a classe média alta americana e toda a sua hipocrisia, ao falar sobre status, sucesso, sexo e abordar a visão preconceituosa da sociedade e as relações que as três mulheres travam com o mundo, sempre atravessadas pelo filtro machista. ‘Três Mulheres Altas’ estreou na Broadway em 1994, no Vineyard Theatre, e no mesmo ano chegou ao West End, em Londres, no Wyndham’s Theatre, além de iniciar uma turnê pelos Estados Unidos com a montagem americana e render versões na Espanha (‘Tres mujeres altas’) e Portugal. Em 2018, o texto foi remontado na Broadway, com direção de Joe Mantello (‘Wicked’, ‘Take me out’, ‘Assassins’) e estrelado por Glenda Jackson, Laurie Metcalf e Alison Pill. No Brasil, a peça foi dirigida por José Possi Neto, em 1995, e recebeu os prêmios APCA e Mambembe de Melhor Espetáculo. Sobre Edward Albee Edward Albee morreu em 2016 aos 88 anos e deixou um imenso legado para o teatro americano com suas 25 peças encenadas e publicadas. Autor de clássicos como ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf?’, ‘Zoo Story’, ‘Equilíbrio Delicado’ e ‘Três Mulheres Altas’, ele recebeu três vezes o Prêmio Pulitzer. Seus textos são marcados por um olhar sarcástico e por uma crítica intensa às convenções e hipocrisias da sociedade tradicional. Nascido em 1928, ele foi adotado por Reed e Frances Albee, um casal de milionários dono de uma cadeia de teatros na época. Ele cresceu em um bairro de classe média alta cercado dos tipos que iria retratar em seus espetáculos anos mais tarde. Em torno dos 20 anos, sai da casa dos pais definitivamente para viver em Nova York e inicia a sua produção literária. Em 1957, ao escrever ‘The Zoo Story’, peça de um ato que ecoava o teatro de Samuel Beckett, Jean Genet e Harold Pinter,
Vitória entra na rota de turnê com Information Society, Thea Austin e Noel
A cena eletrônica mundial vai desembarcar em Vitória em uma noite histórica. No dia 17 de julho, o Espaço Patrick Ribeiro recebe um encontro inédito entre três gigantes da dance music internacional: Information Society, Thea Austin e Noel. O espetáculo integra uma turnê especial com seis apresentações pelo Brasil e promete transformar a Capital capixaba em uma grande pista de dança retrô. Realizado pela NUMB Brasil Produções, em parceria com a BGPRO e o Bar Dom Pedro Produções, o evento terá mais de três horas de shows completos, celebrando os grandes clássicos que marcaram as pistas dos anos 80 e 90. Ícones do synthpop mundial, o Information Society retorna ao Brasil com sua formação original para reviver sucessos como “What’s on Your Mind (Pure Energy)”, “Walking Away” e “Running”, músicas que consolidaram a banda como referência global da música eletrônica. Já Thea Austin promete incendiar o público com hits eternizados pelo SNAP!, entre eles “Rhythm Is a Dancer” e “The Power”. Representando o freestyle romântico que dominou rádios e pistas no fim dos anos 80, Noel leva ao palco clássicos como “Silent Morning”, “Like a Child” e “Change”, em um show marcado por emoção, romantismo e conexão com o público. Mais do que um festival de sucessos, a proposta é proporcionar uma experiência coletiva que mistura memória afetiva, tecnologia, efeitos visuais e a energia única da música ao vivo. Uma celebração pensada para fãs de diferentes gerações reviverem, ou descobrirem, a atmosfera vibrante da era de ouro da dance music mundial. *Serviço* *Information Society, Thea Austin e Noel em Vitória* Atrações: Information Society, Thea Austin e Noel. Abertura banda Sheep & Parafina Data: 17 de julho, sexta-feira Abertura dos portões: 19h Local: Espaço Patrick Ribeiro – Av. Roza Helena Schorling Albuquerque, S/N – Goiabeiras, Vitória – ES. Classificação: 18 anos Realização: NUMB Brasil Produções, BGPRO e Bar Dom Pedro Produções INGRESSOS PISTA 1º Lote: Inteira: R$ 300,00, Meia: R$ 150,00 e Meia Solidária: R$ 190,00 PISTA PREMIUM 1º Lote: Inteira: R$ 350,00, Meia: R$ 175,00 e Meia Solidária: R$ 300,00 MESAS A partir de R$ 1100,00 (para 4 pessoas) PONTOS DE VENDA ONLINE: Articket – https://articket.com.br/e/6052/information-society-em-vitoria Ingresso sujeito a taxa de conveniência. Valores poderão sofrer alterações de acordo com o lote vigente sem aviso prévio. Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que – comprove a condição de beneficiário.